08 janeiro 2013

8#[Resenha] Cidade das Cinzas {2} - Cassandra Clare

Título Original: City of Ashes
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Páginas: 404
♥♥♥♥♥
Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace. Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai? Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações. 
Atenção: Contem spoilers do livro anterior (resenha aqui)

Neste segundo volume da série Os Instrumentos Mortais a estória está ainda mais emocionante, com suas reviravoltas de tirar o fôlego.

Em Cidade das Cinzas Cassandra coloca mais personagens na trama, tornando-a ainda mais divertida e mais dinâmica. O que me deixou vidrada do livro o tempo todo.

Uma dessas personagens é Maryse Lightwood E Robert Lightwood, mãe e pai de Alec e Isabelle e também quem criou Jace como um "filho". Quem aparece mais é Maryse, é ela quem fica responsável pelo instituto depois que Hodje foi... sei lá pra onde.

Outro novo indivíduo na estória, e que  é absurdamente louca e perturbada drasticamente do juízo — tem raiva de Jace e o acusa de uma culpa que não tem e sim Valentim. 

Tudo isso parece inofensivo assim mas a verdade é que, bem... não é! Por causa dessa rixa que a Imogen (Inquisidora) tem com Jace, a Clave se mostra contra ele, capas até de trancá-lo em uma cela onde a única coisa que você vê é breu (nada), uma cela onde assassinos e criaturas do submundo são colocados. Por causa dessa rixa, sua mãe adotiva, Maryse, se vira contra ele. Isso acaba com as suas forças! 

— Você se lembra daquela música que costumava cantar para Isabelle e Alec quando eles eram pequenos e tinham medo do escuro, para fazê-los dormir?Maryse pareceu espantada.— Do que você está falando?— Eu ficava ouvindo através da parede  disse ele  O quarto do Alec ficava perto do meu naquela época.Ela não disse nada.— Era em francês  continuou Jace  A música.— Não sei porque você se lembraria de algo assim  Ela olhou para ele como se Jace a estivesse acusando de alguma coisa.— Você nunca cantou para mim.Fez-se uma pausa quase imperceptível. Então:— Ah você  disse ela  Você nunca teve medo de escuro.— Que espécie de criança de 10 anos nunca tem medo do escuro?
E graças à sua grandiosa sorte, um dia antes de ser julgado com a Espada da Alma, uma tragédia acontece à ela e aos Irmãos do Silêncio. E para a Clave, foi ele!

Clary também está mais autônoma, o que também facilita porque em Cidade dos Ossos ela tava mais pra uma ameba do que pra uma Caçadora de Sombras. Bom, ela melhora mais porque descobre que realmente não só ela, mas também Jace, foram criados/feitos de um jeito um tanto diferente, tornando-os diferentes e excepcionais o bastante para surpreender até mesmo Caçadores de Sombras.

E agora mais do que nunca precisa disso, pois tudo parece estar virando de cabeça para baixo: Sua mãe em coma, seu amor proibido pelo irmão e ao mesmo tempo o namoro meio tenso com o melhor amigo Simon, o escândalo do roubo do segundo Instrumento Mortal e ainda por cima Jace sendo acusado de ajudar o pai. 
Só lendo isso tudo para saber a tensão e o cansaço que dá pra resolver isso tudo.


E depois que Clary e Jace descobriram que eram irmãos, já era tarde demais. O sentimento já havia dentro deles, mais do que pensavam. Mais até em Jace do que TODOS pensavam.
— Gostaria de conseguir odiá-la — disse ele. A voz era suave, a boca curvada em um meio sorriso despreocupado, os olhos doentes de tristeza — Quero odiar. Tento odiar. Seria muito mais fácil se odiasse. As vezes acho que odeio, e depois quando te vejo e eu... 
Como na quote a cima, Clary e Jace tem mais momentos juntos, sendo eles bons e ruins. Mesmo com todo esse amor, Clary acha que não deve continuar com isso e tenta sufocar esse sentimento que não a deixa...
Ela afastou o cabelo da testa de Jace com uma ternura que não sabia que tinha  nunca tivera irmãos nem irmãs, nem mesmo primos. Nunca estivera em uma situação em que envolvesse fazer curativos, beijar joelhos ralados ou cuidar de alguém.[...] Clary retirou a mão, e em seguida se repreendeu silenciosamente. Não estava fazendo nada de errado.
Nesse volume, Magnus Bane participa ainda mais, se tornando um "amigo" para a turma, na verdade para uma pessoa em especial, mas daqui não posso dizer mas nada apenas que é chocante e bem legal ;).

Foi uma estória em tanto e recomendo com certeza.
Já estou lendo o terceiro -*
Beijoss #Comentem!

2 comentários:

  1. Como você alertou que tem spoilers, eu só li a resenha por cima, já que estou para ler o primeiro. :)
    Mas pelo visto foi uma leitura bem emocionante. Espero gostar tanto assim também.

    Um beijo,
    Luara - Estante Vertical

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  2. Adoro essa série Bru!
    Magnus é tão legal neh?
    Mas minha paixão é o Jace! *-*

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