04 maio 2013

ps. eu te amo - Cecelia Ahern

Já faz um tempo que terminei de ler esse livro mas decidi fazer logo a resenha para vocês. Acontece que eu já havia assistido ao filme sem saber que havia o livro, pra você ver o tempo que faz, e eu nem assisti ele todo.
Comecei a ler já sabendo do suco que a estória dava, mas sem saber exatamente como acontece (pois como disse não assisti ao filme inteiro), e quando vi já estava envolvida com o livro. Que a Cecelia usou cada palavra da melhor maneira para emocionar o leitor, isso eu não tenho dúvidas, desde o começo senti-me levada por folhas e mais folhas cheias de letras que para mim eram como ouro, foi quando eu gostei de chorar.

O livro conta a estória de Holly, uma mulher que agora é viúva de Gerry, seu falecido marido e melhor amigo. A gente se depara logo com a dor de sua perda, e como ela não consegue aceitar que ele se foi e que ela precisa seguir a sua vida, mesmo que tenha que ser sem ele. Ela está acabada, sem emprego, seu jardim já não pode mais ser chamado de jardim, sua casa está de cabeça para baixo, não come e nem banho mais ela vem tomando para não deixar que o mínimo do cheiro dele nela não saia (mesmo que já tenha saído faz tempo).

A primeira pessoa a tentar tira-la dessa depressão horrível é sua melhor amiga. Mas o que a faz querer continuar vivendo é o próprio Gerry. Antes de sua morte eles brincavam dizendo que quando ele morresse ele teria de deixar um lista para que ela continuasse vivendo normalmente, pois ela não conseguiria. Mas a brincadeira tornou-se realidade e apenas ele levou a sério essa LISTA. E sem ninguém saber, nem mesmo seu melhor amigo, mesmo estando tão doente e de cama com um câncer na cabeça num estado final da vida, ele cumpriu a promessa que fizera a Holly e deixou a lista que ela tão precisa e deixou-a com a mãe de sua esposa.

Quando ela descobre essa piada dolorosa, ela tenta fazer tudo o que está nas cartas. São dez cartas, cada uma para um mês diferente para fazer uma coisa diferente que mude seu presente estado cheio de lágrimas e sofrimento.
E assim ela vai vivendo coma  ajuda do seu amor-amigo cada mês, fazendo o que lhe é mandado com a ajuda dos melhores amigos. Descobrindo lugares, derrubando seus medos e se tornando uma mulher independente que pode e precisa aprender a viver sozinha. Nesse meio caminho ela passa a conhecer melhor seus irmãos, vendo qualidades principalmente naqueles em que ela zombava. Aprendendo a valorizar o que tem, pois é assim que se vive.
Indico muito o livro pois é uma estória de superação e de aprendizado!


Obrigada pela visita!
kissus

01 maio 2013

cidade de vidro - Cassandra Clare (os instrumentos mortais v.3)

                                      Atenção: Contem spoilers do livro anterior (resenha aqui) 
Sendo o terceiro livro da saga, Cidade de Vidro ultrapassou de vez minhas expectativas e com certeza é o meu preferido até agora.
Terminei de ler esse livro com uma felicidade sem fim, pois só tenho pontos positivos para falar.

Clary está mais ágil e tem grande importância da trama da estória, sendo ela o motivo de algumas decisões radicais que fizeram por mudar de caminho dos acontecimentos. Tem mais ação, mais suspense e muito mais descobertas; e para os românticos de plantão, a boa notícia é que Clary e Jace tem muito mais momentos juntos, não apenas momentinhos bobos mas momentos de tirar o fôlego por segundos e momentos de mudança.
Para quem leu os dois primeiros livros e estava achando que já sabia de tudo sobre os "irmãos", dessa vez vão se surpreender e de um jeito muitoo bom. Tudo o que posso dizer é que vão haver reviravoltas que mostram que Jace tem sangue de demônio mas no final tudo muda (não posso dizer mais nada).
Posso implementar dizendo que terão novos personagens, entre eles uma família amiga do Lightwood, que sede sua casa para eles ficarem enquanto vão para a "cidade natal" dos Caçadores de Sombras. E existe um primo dessa família, o Sebastian Verlac', que veio da França para ajudar nessa conferência para derrotar o "pai" de Clary e Jace, onde dele existem alguns segredos que serão desvendados.
Clary não devia ter ido para Alicante para a sua segurança, mas com seus novos "poderes" de desenhar e tornar real, ela consegue fazer um portal e se transportar para lá arrastando o antigo amigo (lobo) de sua mãe. Ela quer muito ir para conseguir a porção de cura para sua mãe, e só pode ser encontrada com um feiticeiro que mora nas redondezas de lá, sendo ele o único que sabe a sua "doença", e sendo Clary a única pessoa que ele daria a cura.
O novo Inquisidor foi nomeado para substituir Imogen, que morreu no livro anterior, e acho que já posso dizer que ele não é lá muito diferente, e está mal-comunado com o Cônsul, o que forma uma dupla dinâmica muito  boazinha.
São muitas emoções, e gostaria de saber se alguém já leu!


Obrigada pela visita e não esqueça de comentar e deixar seu link!
kissus

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